RISCO DE CONTAMINAÇÃO QUÍMICA DURANTE LAVAGEM AUTOMOTIVA
Boa Tarde!
Na Postagem de hoje iremos falar um pouco sobre os riscos químicos que podem vir a prejudicar trabalhadores da área de lavagem automotiva.
No geral o que traz o risco significante durante a lavagem automotiva são os produtos de limpeza, além da umidade eles podem ser evitados através de cuidados básicos
Hoje em dia são utilizados muitos produtos industriais para a limpeza doméstica e industrial. Porém, quase sempre não se tem noção da quantidade de substâncias químicas nocivas à saúde que compõem essas fórmulas. Alguns nomes até são sugestivos a uma limpeza poderosa: superconcentrado, furacão disso, poder daquilo, entretanto, não são devidamente ressaltados seus efeitos agressivos ao organismo.
Várias embalagens trazem orientações para não ingerir, evitar inalação, aspiração, contato com os olhos e pele, não reutilizar o frasco, lavar bem as mãos após o uso, não misturar com outros produtos, além de higienizar a área afetada com água corrente e procurar auxílio médico em caso de ingestão ou irritação. Tais recomendações demonstram que essas substâncias são fortes e que possuem componentes químicos prejudiciais à saúde. Mesmo assim, as orientações, que devem ser cumpridas à risca, estão escritas em letras tão pequenas que mal se pode enxergá-las.
Embora as fórmulas mais fortes limpem com rapidez, o método de higienização antisséptica mais saudável continua sendo com água e sabão de pedra, neutro ou de coco. E é importante considerar também que mesmo que se ganhe tempo, dispensando o trabalho com a limpeza “pesada”, e que a casa fique tão reluzente quanto perfumada graças ao leque de limpadores e desodorizantes de ambiente, não chegamos a imaginar qual será o destino do acúmulo de substâncias químicas a que recorremos sem cessar ao lavarmos com detergentes industrializados.
Outra questão a ser abordada é o “cheiro de limpeza”. Para ficar mais agradável, colocam-se aromas que vão “maquiar” o efeito agressivo da emanação química. Essas fragrâncias não são naturais e não devemos nos sentir como se estivéssemos em uma plantação de lavanda, espremendo limão ou em um bosque de eucaliptos. O “cheirinho de limpeza” está apenas “mascarando” o problema.
Durante a limpeza, o recomendado é usar luvas de borracha, óculos ou máscaras como as utilizadas na construção civil, que protegem contra a fumaça e poeira. Todo esse material diminui os efeitos prejudiciais à saúde de quem trabalha, mas não evita danos aos que moram na casa, principalmente, as crianças, idosos e pessoas sem vitalidade. Depois de limpo, o local deve ser arejado, totalmente aberto e, se possível, ventilado por algumas horas.
Outros produtos que não são de limpeza, mas que merecem o mesmo cuidado são as colas de fórmica, tintas a óleo, graxas, solventes, acetona e outros derivados de petróleo. Eles exalam gases como o benzeno, que são tóxicos ao nosso organismo. Os inseticidas, repelentes e aerossóis são muito agressivos e merecem toda a atenção de quem os pulveriza, pois podem deixar um ambiente bem carregado de substâncias químicas prejudiciais ao nosso bem-estar. As embalagens desses produtos devem permanecer bem fechadas, longe do alcance crianças e fora das proximidades de fogões, geladeiras e alimentos. O ideal seria fora das cozinhas
Produtos de limpeza possuem centenas de substâncias químicas com efeitos tóxicos conhecidos e outros problemas em potencial, segundo o pesquisador Tom Natan, da National Environment Trust, nos Estados Unidos (EUA). O efeito dos compostos químicos presentes nos limpadores se agrava por causa da maneira com que os produtos são empregados durante as faxinas domésticas. Usar limpadores em pequenas quantidades e em ambientes ventilados é um cenário ideal, mas, na prática, muitos produtos são usados na higiene domiciliar, e cada um cumpre uma tarefa específica. Um limpador é usado exclusivamente no espelho, um na privada, um para o piso, um na janela, outro para o ralo e ainda outros para tirar mofos e desengordurar superfícies.
EFEITOS EM NÓS E NO PLANETA
O contato com todos esses compostos acumulados é superior ao que os fabricantes desses artigos projetam para a sua utilização, diz Tom Natan, engenheiro químico da organização não lucrativa National Environment Trust. Dentre os perigos que estamos sujeitos por causa de uma exposição prolongada estão: danos a funções neurológicas e prejuízos ao sistema respiratório. Além de toxinas carcinogênicas presentes em alguns produtos.
O problema não acaba nas considerações sobre a saúde humana. O meio ambiente também pode ser prejudicado depois que a limpeza escoa pelo ralo. O descarte de fosfato contribui para a eutrofização em massas de água, por exemplo.
Faltam estudos confiáveis e informação geral sobre os níveis de segurança dos compostos químicos nos produtos de limpeza, diz Natan. Também não há dados suficientes para declarar que produtos verdes sejam mais seguros para a nossa saúde.
Uma das ações para mitigar os possíveis danos ao bem estar das pessoas e do lugar em que vivem é excluir substâncias químicas que possuam efeitos nocivos bem conhecidos do processo de fabricação dos agentes de limpeza. Empresas já estão trabalhando para garantir que os ingredientes usados em suas mercadorias não irão colocar os consumidores em risco nem contribuir para problemas ambientais, como o aquecimento global, a deterioração da camada de ozônio ou a poluição marinha e atmosférica.
LIMPADORES VERDES
Produtos que seguem a linha sustentável agridem menos o meio ambiente, custam mais caro requerem um pouco mais de trabalho para produzirem a mesma aparência de limpeza dos produtos convencionais. Mas a linha verde chega a níveis satisfatórios de higienização, inclusive em testes com as principais marcas do mercado. Sendo que os produtos que utilizam cloro são os únicos limpadores cuja eficácia ainda é muito superior em relação às opções verdes no mercado da limpeza.
GARANTA A PARTIR DE JÁ UMA LIMPEZA DO SEU VEÍCULO SAUDÁVEL PARA VOCÊ E PARA O MEIO-AMBIENTE! OBRIGADO!







